terça-feira, novembro 17, 2015

Pseudopensadores – o perigo de alastrar falsas verdades.






No mundo inteiro existem pseudopensadores, mas no Brasil que não existe uma escola (instituto de ensino) verdadeiro, pode causar sérios danos a sociedade e ao debate serio politico ou de outro cunho. Não tem o porquê de enxergarmos o comunismo como um perigo eminente, não temos que enxergar que o mundo está em crise, porque a imprensa adora alastrar essas “abobrinhas” para vender jornais e esses pseudopensadores, adoram alastrar meias verdades para vender os seus livros. Simples assim. Tudo rodeia uma especie de “mosca” no meio do “lixo” para ver quem come a maior parte desse “lixo” e se sentir satisfeito com isso. O comunismo hoje não existe, o terrorismo mundial é fruto exclusivo da invasão do Iraque e o assassinato de Sadam Hussem e o Brasil está lamentando tantas tragedias porque primeiro, tem um péssimo gosto ideológico e só vota em “bandido” e ainda “safado”; segundo, porque à anos os governos construíram coisas novas, mas não reformaram ou cuidaram das antigas (isso vale ao império, ao ESTADO novo, ao militarismo, só muda a mosca) e está, claro, tudo caindo e tudo bagunçado. Não é ideologias e religiões vão salvar o Brasil, mas uma consciência grande em perceber que o país não é só o seu umbigo ou o seu quintal de sua casa alugada.
Está muito claro, pelo menos para mim, que tudo que a humanidade plantou nesses séculos a fora (e não adianta tirar o teu da reta porque sim, você tem culpa também), ela está colhendo da pior maneira possível e isso vai refletir dentro do que o pais ou o mundo, como uma nova reflexão do caminho que a humanidade está tomando. Qual religião evita, verdadeiramente, o conflito ou a guerra? Qual ideologia sócio politica que fez com que a humanidade tenha-se um meio mais justo? Não. Porque a muito tempo as ideologias e as religiões saíram do designo que elas foram fundadas e passaram a atender interesses diversos por ai. Sabemos o que se passa dentro das salas fechadas? Sabemos quais os acordos de tudo isso? Não temos liberdade de nada, isso é bem claro dentro de uma ótica mais geral, porque se entende como liberdade, pessoas fazendo sempre o que querem (claro, sem ferir a individualidade e integridade dos outros membros da sociedade), porque a liberdade é uma questão de escolhas definidas e não meias escolhas. Não se ama pela metade. Não comemos pela metade. Não fazemos amor pelo metade. Isso são pensamentos de pessoas limitadas em seus próprios conceitos e nada fará elas mudarem de ideia.
Aonde nasce a ilusão? Aonde nasce a realidade? Não sabemos. Porque, as vezes, podemos estar acreditando em algo e só está acontecendo dentro do que fizemos dentro do que idealizamos sobre o mundo. Como o pseudopensador, o “velho xarope”, que se intitula professor (sem magistério), se intitula filósofo e só é formado em um curso de astrologia por correspondência – assim dizem os biógrafos – ainda achar que estamos a beira de um Estado Comunista. O problema que o comunismo em si, nunca foi levado realmente a cabo, mas sim o socialismo que é, a grosso modo, uma ditadura antes do regime comunista que não passou disso em todas as tentativas. Por que? Não importa quem esteja lá, qual ideologia comande, o ESTADO seduz qualquer um que esteja no meio de todo poder possível. Não importa o “ismo”, mas a responsabilidade nem sempre é entendida. Mas que não estamos num regime comunista porque nunca existiu um regime comunista, existiram talvez, tentativas socialistas de colocar as teorias marxistas em vigor. Colocaram em vigor? As teorias que interessavam – mesmo os regimes chamados de extrema direita que nada são de ideologias hibridas entre o conservadorismo e o socialismo que deram um “monstro” – mesmo o porque, ninguém quer largar tão fácil o poder de governar uma nação inteira.
Nações vivem por causa de pessoas, pois não são pedras, não são animais (nós somos derivados da evolução, mas existem sutis diferenças), são pessoas que sentem, pensam, e tem desejos como todo mundo. Um pensador que não faz essa distinção, que  trata a questão como se tivesse tratando de um rebanho de gado, ele não é um pensador e sim, um pseudo (falso, que mostra uma coisa não verdadeira), porque não faz o caminho histórico da coisa e não analisa nada além daquilo que seus conceitos são formados. E para começar, já que o povo acredita tanto nesses pseudopensadores, um filósofo tem que ir muito além daquilo que ele mesmo acredita, pois ele tem que analisar num alto de uma montanha, como dizia Nietzsche. Para mim, um cara que tem um discurso vitimista, não analisa nem o que ele fala e muito menos, tem as faculdades mentais em juízo, não pode ser considerado nem um filósofo e muito menos um pensador. Como iremos acreditar em um sujeito que diz que não existe petróleo? Que não existe provas que a Terra é redonda? Marca de um pensador, não é ele sair por ai dizendo que foi vitima da resistência ao regime militar – coisa que ele entrou e sabia dos riscos que estava correndo quando fez isso –, ou ficar falando mal do partido que nos governa, pois nenhum governo pensará em você, nenhum dirigente religioso quer sua autonomia espiritual, estamos falando em poder.
Somos criados dês de muito novo a não pensar, porque quem pensa muito teoriza demais e não é verdade. Se você ouve a noticia tem que pensar sobre a noticia, porque ao invés de ter o conhecimento, você só tera a informação e é isso que muitas vezes, o que o poder quer. Por que houve os ataques no World Trade Center? Por que os terrorismo cresceu tanto e o porque existe agora o Estado Islâmico? Por que as redes de TV dão mais enfase a isso do que as barragens que romperam? Tem que pensar e não achar que as coisas são fáceis assim de serem analisadas, pois não são, são apenas uma pontinha do iceberg que pode sim, afundar o grande Titânic.



 Amauri Nolasco Sanches Junior, 39, publicitário, TI e escritor/filosofo.  

Um comentário:

Fernando Carvalho disse...

Exemplo de pseudopensador: Olavo de Carvalho.